Nossa metodologia

Terapia com método, não só com escuta

Trabalhamos com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia do Esquema: duas abordagens de base científica, aplicadas por quem se formou nas instituições onde elas foram criadas.

Base científica

O que "baseado em evidências" significa, na prática

É uma expressão usada com frequência e explicada com pouca. No caso da Terapia Cognitivo-Comportamental, ela quer dizer o seguinte:

494

revisões sistemáticas de estudos sobre TCC, reunidas em uma única meta-revisão

221.128

pessoas que participaram dos estudos somados nessas revisões

a abordagem psicológica com mais pesquisa publicada no mundo

Fonte: meta-revisão publicada na revista Psychological Medicine, da Cambridge University Press. A Terapia do Esquema tem base própria, com ensaios clínicos randomizados e meta-análise publicada no Nordic Journal of Psychiatry.

O que esses números não dizem: que funciona igual para todo mundo. Nenhuma abordagem funciona. O que eles dizem é que existe pesquisa suficiente para saber o que costuma ajudar, em quais casos e por quê — e é disso que sai o teu plano de tratamento, em vez de sair da intuição de quem atende.

De onde vêm as duas abordagens

Uma nasceu dentro da outra

Nos anos 1960, o psiquiatra Aaron Beck criou a Terapia Cognitiva na Universidade da Pensilvânia. Décadas depois, Jeffrey Young — que fez pós-doutorado com Beck e trabalhou no centro dele — percebeu que parte dos pacientes não melhorava só com TCC. Não por falta de técnica: os padrões deles eram mais antigos do que o problema que traziam para a sessão.

Foi para esses casos que Young desenvolveu a Terapia do Esquema.

Por isso, aqui, as duas não competem. A gente usa a segunda exatamente onde a primeira encontra limite — que é a razão pela qual ela foi criada.

  1. Anos 1960

    Aaron Beck cria a Terapia Cognitiva

    Na Universidade da Pensilvânia. Em 1994 funda o Beck Institute, na Filádelfia.

  2. Anos 1990

    Jeffrey Young desenvolve a Terapia do Esquema

    Formado com Beck, cria a abordagem para os padrões que se formaram cedo demais para serem alcançados apenas pela TCC.

  3. Hoje, na Ferronatto

    Dr. Felipe Ferronatto

    Treinamento Nível I em Terapia Cognitiva no Beck Institute, na Filádelfia, e formação em Terapia do Esquema pela Wainer Psicologia e pela ISST, em Nova York. As duas fontes originais. Todos os casos da equipe passam pela supervisão clínica semanal.

Terapia Cognitivo-Comportamental

O que muda não é o que acontece. É o que tu faz com isso.

Ao longo da vida a gente desenvolve formas automáticas de interpretar o que acontece e de reagir a isso. Algumas ajudam. Outras alimentam ansiedade, autocobrança, insegurança e medo — e seguem rodando sem que ninguém perceba.

A TCC torna esses padrões visíveis, mostra de onde vieram e o que eles estão custando hoje. A partir daí, tu constrói formas diferentes de lidar. É um trabalho de ferramenta na mão, com tarefa entre as sessões e progresso que dá para acompanhar.

Minha mente nunca desacelera.
  • Identificar os gatilhos emocionais
  • Compreender os padrões de pensamento acelerado
  • Construir estratégias práticas para ansiedade e sobrecarga
Sinto que preciso fazer tudo perfeito.
  • Reconhecer os padrões de autocobrança
  • Trabalhar o medo de falhar e os pensamentos rígidos
  • Construir uma relação mais equilibrada consigo mesmo
Sempre imagino o pior acontecendo.
  • Identificar os pensamentos automáticos
  • Perceber as interpretações que exageram o risco
  • Ganhar clareza para avaliar o que de fato está em jogo

O que a TCC ajuda a resolver

  • Clareza emocional
  • Regulação da ansiedade
  • Organização dos pensamentos
  • Estratégias práticas para o dia a dia
  • Mudanças conscientes de comportamento
  • Relação mais saudável consigo mesmo
Terapia do Esquema

Quando o padrão é mais velho do que o problema.

Desde cedo a gente cria formas de proteção emocional para lidar com dor, rejeição, abandono e cobrança. Elas fizeram sentido no momento em que surgiram — e muitas vezes foram o que deu para fazer.

O problema é que continuam funcionando quando já não precisam. Aí aparecem as relações que se repetem, o medo de abandono, a dependência emocional, o vazio que não passa nem quando está tudo certo. A Terapia do Esquema trabalha nessa camada: a que se formou antes de o problema atual existir.

Mesmo quando tudo está bem, sinto um vazio constante.
  • Reconhecer necessidades emocionais que nunca foram atendidas
  • Mapear os padrões que se repetem
  • Fortalecer os próprios recursos emocionais
Tenho medo constante de ser abandonado.
  • Compreender como esse padrão se formou
  • Perceber como ele age nos relacionamentos de hoje
  • Construir vínculos mais seguros
Repito os mesmos tipos de relação e acabo sofrendo.
  • Identificar os padrões que voltam sempre
  • Reconhecer o que foi aprendido ao longo da vida
  • Rever os mecanismos de proteção que hoje atrapalham

O que a Terapia do Esquema ajuda a resolver

  • Compreensão das raízes emocionais
  • Relações mais saudáveis e conscientes
  • Identificação de padrões repetitivos
  • Fortalecimento emocional interno
  • Autoconhecimento profundo
  • Segurança emocional

Como as duas trabalham juntas

Duas camadas do mesmo caso

Na primeira sessão, a avaliação define em qual das duas camadas o teu caso precisa começar — e quanto de cada uma entra no plano. Não é uma escolha de escola teórica. É uma escolha clínica, e ela muda de pessoa para pessoa.

Camada de cima · TCC

O que está acontecendo agora

Pensamentos automáticos, reações e comportamentos do dia a dia. É onde a mudança aparece mais rápido e onde dá para acompanhar progresso semana a semana.

e, quando o caso pede

Camada de baixo · Esquema

De onde isso vem

Necessidades emocionais que não foram atendidas e padrões formados cedo. É onde a mudança demora mais — e onde ela para de voltar.

Quer saber qual das duas o teu caso pede?

É o que a primeira sessão responde. Duas perguntas rápidas e a equipe indica o profissional certo para ti.

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